quarta-feira, 29 de julho de 2009

Schumacher, Leão e a famosa Taça das Bolinhas...

O lendário Michael Schumacher está de volta à Fórmula 1. Retorna de uma forma triste, pois será para substituir o brasileiro Felipe Massa, que se envolveu num acidente em Budapeste. Porém, será legal ver como o alemão voltará à categoria.
Quem me conhece, sabe: eu nunca fui fã de Schumacher, pelo contrário... Sempre tive dúvidas quanto ao seu caráter, mas também nunca deixei de admitir o óbvio: de que o alemão é um gênio como piloto de Fórmula 1.
Michael volta e Leão vai. O treinador foi demitido do Sport e parece não ter deixado saudades por lá. Em sua terceira passagem pelo clube pernambucano, Leão contabilizou maus resultados e brigas com a chefia do clube, provando que é um profissional indisciplinado, que não respeita a hierarquia.
Em tempo: nunca gostei de Leão como treinador. Como pessoa, não o conheço, mas os contatos que tive com ele quando treinador do Corinthians sempre me deixaram claro que ali está uma pessoa negativa, azeda e principalmente má com as pessoas. Leão tem o prazer em humilhar o próximo.
No entanto, ele mesmo vem sendo humilhado com seguidas demissões e não vê que chegou a hora de parar, de se preservar. O treinador parece trabalhar atualmente apenas de olho na multa rescisória, já que ele entra nos clubes com data de validade. Antigamente, Leão durava, em média, três meses à frente das equipe que dirigia, hoje não passa de 40 dias...
E finalmente a Taça das Bolinhas. O companheiro Gilmar Ferreira, em sua coluna no jornal Extra, do Rio, banca que a taça será repassada pela CBF ao São Paulo, que se sagrou hexacampeão brasileiro no ano passado. Atualmente, o troféu está num cofre.
Para entender: a Taça das Bolinhas seria de posse transitória, com exceção ao clube que se sagrasse cinco vezes campeão nacional ou que conquistasse o título por três vezes consecutivas. Sendo assim, a Taça é de direito do Tricolor que, não só é o atual tricampeão brasileiro, como acumla seis conquistas nacionais em seu currículo. O Fla pleiteia o troféu, mas a CBF não reconhece o título da Copa União de 1987, vencido pelo Rubro-negro e que realmente foi o Brasileirão daquele ano. Então, fim de papo... A taça é do Tricolor!
Agora, não desminto a informação do colunista, mas pago pra ver um dia a tal taça na galeria tricolor...

terça-feira, 28 de julho de 2009

O Timão terá a paz necessária para a renovação?

O Corinthians vive numa eterna turbulência. A história sempre mostrou isso. É bem verdade que, desde a chegada de Mano Menezes, no ano passado, o clube mergulhou numa calmaria profunda, até pelo trauma da queda para a segunda divisão nacional, que abalou a Fiel. No entanto, os títulos vieram, a volta por cima foi consumada, mas o time agora está em desmanche. Alguns jogadores importantes foram embora e outros podem - e querem - dar adeus ao Parque São Jorge.
Diante de tal cenário, a pergunta que fica é a seguinte: O Corinthians terá a paz necessária para renovar o time? Eu não apostaria nisso...
Mano Menezes tem crédito com a torcida, assim como muitos jogadores que lá estão. Mas, nenhuma relação no futebol aguenta maus resultados. A derrota para o Palmeiras já causou estragos internos no Corinthians. No popular, a corneta já começou a soar forte em cima do presidente Andrés Sanchez. O futuro pode ser tenso, contrariando os últimos meses.
O que poderá "salvar" o Corinthians de uma crise é a reposição rápida de jogadores. Para tanto, o clube tem que disponibilizar de caixa e dar o tiro certo, trazendo jogadores que resolvam. A segunda opção é viável, porém a primeira, ao que se refere à grana, não. O Timão está vendendo seus jogadores não apenas pelo fato de os craques terem sido seduzidos pelos milhões do Exterior, mas também pela necessidade. Assim como muitos outros clubes, o Timão está com o pires na mão.
Se a Fiel tiver paciência e não romper com o time, mesmo diante de maus resultados como o de domingo, o Corinthians poderá passar sem grandes traumas por essa janela de transferência que se encerrará apenas ao final do mês que vem e montar um time forte para a Libertadores de 2010. Mas, pedir calma à torcida é a mesma coisa que clamar por ética aos políticos brasileiros. Eu não apostaria num transição em paz no Timão.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

E não é que Obina provou ser melhor que o Eto'o!

O grito da torcida do Flamengo, em tom jocoso, de que o folclórico Obina era melhor que Eto'o, craque camaronês, hoje na Inter de Milão, não é que vai virando verdade aqui pelas bandas do futebol paulista! O "Anjo Negro" do Palestra Itália detonou no domingo o Corinthians, marcando três gols no arquirrival, em Presidente Prudente, e escreveu seu nome na história do dérbi de maior rivalidade do estado. Obina provou que resolve e pelo menos por um jogo foi mesmo melhor que Eto'o, para alegria verde e tristeza alvinegra. A atuação do craque serviu também para calar a boca de muita gente, inclusive a deste blogueiro aqui.
Quero aproveitar a atuação do Obina para criticar uma postura da imprensa esportiva de sempre atacar os chamados "patinhos feios" do futebol. Existe um ranso entre os repórteres, de que alguns jogadores serão sempre nota cinco, independentemente de suas atuações nos jogos. Estes atletas, por mais que tenham uma atuação brilhante numa partida, contam com uma eterna má vontade dos profissionais da imprensa. Eu brigo, critico, mas é uma batalha árdua.
Na verdade, eu me policio também para não avaliar o histórico do jogador, mas sim sua atuação naquela determinada partida. Para mim, que trabalhei no jogo pelo Diário de São Paulo, Obina teve uma atuação maravilhosa, digna de um 10, que foi a nota dada por mim ao craque no dérbi.
Obina é assim: fez três gols, porém num lance pela direita, ao tentar chutar uma bola, errou o chute, foi ao chão, e a bola saiu pela linha de fundo. Ele não é um atacante clássico, mas resolve de sua maneira.
Sobre o clássico, o Palmeiras mereceu vencer e 3 a 0 ficou barato. O Corinthians cumpriu talvez sua pior partida na temporada. Não sei se faltou qualidade ao Alvinegro ou os corintianos tropeçaram mesmo na soberba e na falta de atitude.
Mano Menezes terá trabalho com esse time, tanto pela perda de jogadores, como para manter a concentração do grupo, já que a própria diretoria enfiou na cabeça dos atletas de que o ano acabaria com o título da Copa do Brasil. O caneco veio... E agora, como cobrar uma reação do grupo? Será complicado...

domingo, 26 de julho de 2009

Recordar é viver - Juventus "mela" jogo em 1981

Em 1981, Corinthians e Juventus jogaram pelo Paulistão, no Pacaembu. Os times empatavam por 2 a 2 até o último minuto do jogo, quando o goleiro Rafael, do Moleque Travesso, cometeu pênalti em Sócrates. Revoltados com a marcação de Emídio Marques de Mesquita, os juventinos não deixaram o Timão bater a penalidade e o resultado da partida foi para o tribunal.
Detalhe: o vídeo, além de ser uma deliciosa volta ao passado, apresenta um dos gols mais bonitos do genial Sócrates com a camisa do Alvinegro.
Na ocasião, o lance acabou eleito como "O gol do Fantástico."
Recordar é viver...




sábado, 25 de julho de 2009

O futebol brasileiro já está um pouco mais pobre

A janela de transferências para o futebol europeu é maldita para o futebol brasileiro. Ela nem se fechou ainda, o que irá acontecer somente no último dia do mês de agosto, porém já arrasou com alguns clubes brasileiros. Só o Corinthians, o atual campeão Paulista e da Copa do Brasil, perdeu o lateral André Santos e o volante Cristian, ambos para o Fenerbahçe, da Turquia. Já o Inter, outra sensação da temporada no futebol tupiniquim, deu adeus ao atacante Nilmar (foto), que se acertou com o Villareal, da Espanha. Sem falar nos demais jogadores que poderão dar adeus ao país até o fim de agosto. Falam-se em Felipe, Douglas e Elias, que podem desfalcar ainda mais o Timão, além de Diego Souza, que poderá também deixar o Palmeiras... E por aí vai.
Bem, uma conclusão é óbvia: quando a tal janela se fechar, o futebol brasileiro estará um pouco mais pobre. A saída de jogadorees desta qualidade reflete diretamente na qualidade dos jogos dentro de campo. Por mais que aqui, a reposição seja boa e rápida, a fuga de nossos craques para o exterior segue um ritmo cruel e bem mais veloz.
Resta então torcer para que a janela se feche o mais rápido possível e que o futebol brasileiro não fique tão "falido" de craques, após esse período.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Muricy vem, Cuca vai, Tite resiste... É o Brasileirão!

Treinador de futebol é um cargo maldito no Brasil. O técnico coloca seu futuro em jogo toda quarta e domingo, sem misericórdia. Nenhum profissional resiste a uma sequência de maus resultados no país. Nem Luxemburgo, nem Muricy, nem Parreira, nem ninguém...
Com Luxa, Belluzzo, mandatário do Palmeiras, peitou a torcida, disse ter vivido a ditadura do Brasil e que não cederia a pressão e o escambau. Dias mais tarde mandou o treinador para o olho da rua. Motivo: quebra da hierarquia! Tá bom...
Bem, Muricy chegou nesta sexta-feira ao Palmeiras, que era de Luxa. No São Paulo, Ricardo Gomes ocupa a vaga que foi por longo tempo de Muricy, hoje alviverde. Já Cuca (foto) disse adeus na quinta-feira ao Flamengo, após empate em casa, um dia antes, contra o emergente Barueri. A diretoria rubro-negra fala agora em Carpegiani, que está no Vitória e que foi ídolo do clube, além de Mancini, chutado do Peixe, que agora tem Luxa.
Meus Deus, que dança das cadeiras!
O Brasileirão segue neste final de semana. Quem será o próximo a "rodar"? Tite, no Inter, balança há tempos. Ricardo Gomes deu sorte nas duas últimas rodadas, mas tem gente dentro do Morumbi que não o engole.
Já Roth, no Galo, é líder e está prestigiado. Mano, no Corinthians, é o atual campeão da Copa do Brasil e colocou o Timão no cobiçado "G-4". Ambos estão com moral e não balançam. Mas um recado a Roth e Mano: Experimente perder três seguidas!
O futebol brasileiro é assim...

Roth "sobra" nos pontos corridos... De novo!

A imprensa tem má vontade com Celso Roth, atual técnico do Atlético-MG, líder isolado do Brasileirão. Roth é um sujeito turrão, no popular, o chamado "chucro". No entanto, é competente como treinador, não se pode negar. Afirmo isso, porque, em se tratando de Brasileirão por pontos corridos, ele está sempre "nas cabeças". Ah, mas ele nunca ganhou um nacional... Isso é o que eu mais ouço. E é uma verdade, porém títulos não definem a competência de um profissional. Pode definí-lo como vencedor ou perdedor, mas um treinador pode, sim, ser competente, sem nunca ter sentido o gosto de ser campeão.
É só lembrarmos de Telê Santana. O treinador morreu como um super campeão, principalmente à frente do São Paulo. Mas, até chegar ao topo, Telê foi massacrado pela imprensa, rotulado como pé-frio, sobretudo por causa das duas derrotas em Copas do Mundo (1982 e 1986). Eu cresci ouvindo que Telê era um perdedor. E não era, o tempo provou isso...
Bem, voltando a Celso Roth. O treinador cumpriu ótima campanha com o Grêmio no ano passado. Perdeu o título para o Tricolor, que cresceu no momento certo, contando também, é claro, com uma queda incrível do time gaúcho. Agora, Roth surge na ponta de novo do nacional com o Atlético-MG. Isso não pode ser apenas coincidência. Temos que nos livrar da ranzisse que persegue boa parte dos profissionais de imprensa e elogiar quem merece.
Eu já discuti com Roth, quando ele estava no Palmeiras. Tomei as dores de um outro repórter, novato na profissão, e bati boca com o treinador. No entanto, não alimento raiva de Roth ou uma má vontade com seu trabalho. Vou mais longe: até torço para que o treinador termine este ano como campeão. Seria uma alegria dupla para mim, afinal o Galo também merece, e muito, este título. É um clube grande, com uma torcida enorme e apaixonada e que há tempos busca uma grande conquista.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Brasil: clubes vendem o almoço para pagar a janta

Os clubes brasileiros estão com o pires na mão, falidos, e dependentes de poucos e cruéis investidores que desenvolvem uma política de mão única nos times, onde só eles ganham milhões. Parece surreal, mas o futebol pentacampeão do mundo sofre com a falta de dinheiro e a debandada de seus jogadores sempre que a maldita janela de transferência do exterior se abre. É triste, mas é uma realidade. Durma-se com o problema!
O Corinthians acaba de vender André Santos e Cristian, dois expoentes do Alvinegro, o time sensação da temporada. A dupla irá fazer falta e a saída ambos abala com os sonhos da Fiel torcida, que aprendeu a ouvir nos últimos meses que 2010, o ano do centenário do clube, será "o ano" para o Alvinegro.
Mas, eu pergunto: como acreditar em tal discurso se ao invés de comprar o Corinthians está vendendo seus craques? Numa boa, não condeno Andrés Sanchez e seus pares de diretoria, pois sei o quanto é difícil administrar um time falido e que precisa ter uma equipe forte porque sua história é de glórias. Mas, por outro lado, acho uma irresponsabilidade "tuchar" na cabeça dos torcedores alvinegros de que 2010 será um ano especial para o clube.
Fiel, o Corinthians vai participar da temporada 2010 com um time com a sua cara, formado de jogadores baratos e que tragam um bom custo-benefício. Oxalá que a maioria dos atletas tenha a gana e o respeito que Cristian teve com o clube na curta temporada que ficou no Parque São Jorge.
No popular, os clubes brasileiros vendem o almoço para pagar a janta. Uma realidade triste e brutal com os sonhos dos torcedores. Mas, é isso mesmo.
Hoje, atletas veteranos como Ronaldo, Marcelinho Paraíba e cia. estão ainda dando no couro por aqui, mas não pela qualidade técnica e sim pelo atual nível do futebol brasileiro, que é deprimente.
Os melhores jogadores vão embora do país e por ninharia. Com todo respeito aos atletas profissionais em atividade no Brasil, mas aqui só fica a raspa do tacho. Os clubes são barriga de aluguel.

Muricy, Jorginho e as lágrimas no adeus de Cristian

Muricy Ramalho é o novo técnico do Palmeiras. Depois de uma longa novela, o treinador assinou com o Verdão, que teve medo de efetivar o interino Jorginho ao que pese seus ótimos resultados à frente do time. Sem falar, é claro, no apoio dos jogadores, que estavam do lado do interino. Mas, como a decisão presidencial, então de nada adiantou o lobby do time pelo novato.
Bem, eu reitero aqui: para mim, Muricy errou ao assinar com o Palmeiras. O Alviverde é hoje um clube ruim para se trabalhar e a resistência ao novo treinador, que é são-paulino assumido, será enorme. Os resultados ditarão o futuro de Muricy no Palestra Itália. Porém, eu acredito que o treinador terá uma passagem relâmpago no clube para tristeza de Luiz Gonzaga Belluzzo, mandatário alviverde, que derrmará lágrimas pela aposta errada.
A tristeza de Belluzzo não será a mesma de Cristian, que abriu seu coração no adeus ao Corinthians. O jogador chorou, sem o mínimo pudor, rasgando a máxima de que homem não chora e que não existe mais amor de um jogador pelo clube. No caso de Cristian, nem sei se o sentimento foi mesmo de amor ao Timão. Acredito que as lágrimas tenha sido mais de agradecimento ao clube e às pessoas que lá estão pelo bem que fizeram para sua carreirap. De atleta encostado no Flamengo, Cristian se tornou ídolo no Parque São Jorge e desafio aqui alguém a me a apontar um volante brasileiro que jogue atualmente mais que Cristian. Não tem...
Enfim, boa sorte a Muricy, Cristian, André Santos, Jorginho, Palmeiras...

domingo, 19 de julho de 2009

A memória curta do torcedor brasileiro...

Estou surpreso! Navegando há pouco pelos principais sites do país, passei pelo UOL e topei com a seguinte enquete: Quais destes três jogadores merece entrar na seção de ídolos do Corinthians?
Tupãzinho, autor do gol do título de 1990? Teleco, centroavante das décadas de 40 e 50? ou Dida (foto), goleiro entre 1999 e 2002?
Bem, aí veio a surpresa pra mim. Até às 9h45 deste domingo, quem liderava a enquete era o ex-camisa um, o grandalhão Dida, com 56%. Tupãzinho apresentava 36%, enquanto Teleco somava apenas 8% da preferência.
Agora, eu pergunto: estes números são justos? A maioria está com Dida, portanto não se pode contestar o resultado. Mas, admito surpresa, pois não penso assim e se eu fizer uma enquete com vários amigos corintianos, tenho certeza que eles também ficarão surpresos e discordarão da enquete. Sem esquecer, é claro, que Dida tem a seu favor o título mundial pelo Timão, em 2000.
Dida teve uma passagem vitoriosa pelo Corinthians no início da década, mas, em minha opinião, não teve tempo de adquirir uma identidade com o clube. Após ser campeão, bateu asas para o Exterior e nunca mais voltou.
A história do ex-camisa um é bem diferente de Tupãzinho e Teleco, outros dois ídolos alvinegros. Esta dupla, sim, têm identificação com o clube. Tupã e Teleco jogaram por várias temporadas com a camisa corintiana, acumulando um número expressivo de jogos. Pensando desta forma, por isso me surpreendi com tal votação, cujos resultados não são definitivos. Porém, acho difícil ter uma reviravolta.
Concluo que os torcedores que votaram são de uma geração mais nova, que de repente só teve a oportunidade de ver Dida atuar. É isso, ou a memória do torcedor brasileiro é mesmo curta para azar dos ídolos do passado.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Por que eles são mais frios que nós na decisão?

O Cruzeiro perdeu o título da Libertadores, num Mineirão lotado, após sair na frente do Estudiantes. Levou a virada e viu os hermanos fazerem a festa em seu território. Bem, admito: isso é irritante e já não aguento mais ver este filme.

Uma pergunta: Por que eles, os argentinos, são mais frios que nós na hora da decisão? Enquanto estava 1 a 0 para o Cruzeiro, tudo bem, a torcida animada, tudo era festa... Mas, bastou o time mineiro levar um gol, a equipe se perdeu, o torcedor passou a chorar nas arquibancadas... Cadê o controle, o sangue frio? É sempre o mesmo "script", já encheu o saco, com o perdão da palavra.

Em decisões para argentinos, o Brasil perde feio. Eu acredito, sem ser o popular "Pacheco", que o futebol brasileiro é, sim, melhor que o argentino. No entanto, eles sabem decidir melhor que a gente. O Palmeiras já perdeu decisão para o Boca, o São Paulo para o News Old Boys e por aí vai... Como as derrotas marcam mais, então é fatal lembrarmos da festa do hermanos, sempre em nossa casa.

Dois pontos sobre a decisão da Libertadores. Primeiro: essa coisa de o time brasileiro atuar o primeiro jogo fora de casa e conseguir um bom resultado (leia-se, não perder!) é uma armadilha. Quase sempre o time entra no deulo de volta relaxado, achando que a decisão acabou.

Segundo: temo que o fiasco do Mineirão estoure em Adilson Batista, o competente comandante do Cruzeiro. O futebol é assim e não me causaria surpresa. Já Kléber, acho que irá embora mesmo.

Estive numa coletiva com o Pelé. O Rei disse: que culpa teve o Mancini (então técnico do Santos), se o time perdeu para o Vitória por causa de seguidas falhas individuais? Bem, agora eu que pergunto: que culpa tem o Adilson Batista se o time saiu na frente do placar e levou a virada? Ah, mas ele poderia ter mexido no time! Balela... O treinador tem "culpa", sim, mas até um certo ponto. Quem decide mesmo são os jogadores. Por isso, não aceito também essa história de treinador de futebol ganhar mais de meio milhão por mês. Isso é loucura.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Internautas apostam no Cruzeiro como campeão

A enquete deste Blog perguntou quem será campeão da Libertadores na noite desta quarta-feira. Deu Cruzeiro, disparado, com 80% dos votos. O Estudiantes teve apenas 20%. Aproveitou para analisar esta decisão, que acredito apresente o time mineiro como favorito. Jogando em casa e com a vantagem de se sagrar campeão com uma vitória simples, a Raposa está na frente. Mas, calma, muita calma...
Pode parecer absurdo, mas numa decisão assim, é importante que os jogadores do Cruzeiro esqueçam a torcida. Explico: o time joga em casa, este é o grande trunfo, mas final de Libertadores se ganha com esquema tático bem definido, com muita vontade, mas sobretudo sabendo jogar uma decisão. Para o time mineiro, não interessa entrar na pilha da massa e agredir o time argentino sem parar, de forma desorganizada. Se o Estudiantes sair na frente, o jogo vai virar do avesso. Pois, e, desvantagem, o Cruzeiro terá de buscar a virada no placar e sofrerá com o psicológico, já que neste momento a torcida se revoltará a cada erro do time. Então...
Por isso, é melhor cozinhar o jogo e atacar com segurança. A final terá 90 minutos para o Cruzeiro conseguir a vitória. O técnico Adilson Batista, que já ganhou uma Libertadores como jogador, com o Grêmio, em 1995 (na foto, acima, Adilson ergue a taça), sabe disso e certamente já trabalhou a cabeça de seus jogadores. Para o Cruzeiro, o importante é não sofrer gol. Atuando em casa, com inteligência, a tendência é que a vitória venha com tranquilidade.
No duelo Kléber e Verón, que são os expoentes de ambas as equipes, aposto mais no atacante brasileiro. Kléber merece este título, pois é um dos melhores jogadores em atividade no país. E um recado ao artilheiro: se o título vier, sem essa de oferecê-lo ao Palmeiras. Lembre-se que o Verdão pouco fez para segurá-lo no Palestra Itália. Quem merece mesmo o título é a torcida cruzeirense...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Mancini e o maldito cargo de técnico no Brasil

Vagner Mancini dançou no Santos. Justo! O treinador é boa gente, porém muito imaturo ainda para trabalhar num clube de ponta. A piada do momento é de que Mancini deixou a Vila Belmiro sem descobrir quem era o tal do dedo-duro, que entregava os podres do elenco à imprensa.
O treinador revelou durante coletiva o seu desejo em descobrir quem passava para a imprensa o que acontecia nos vestiários do time. Ou seja, ele tornou público um assunto que poderia muito bem ter ficado entre quatro paredes.
Não foi a goleada por 6 a 2 para o Vitória, domingo, em Salvador, que derrubou Mancini na Vila. O treinador ajudou e muito em seu processo de fritura no clube. Vagner não demonstrava ter controle do elenco, além de se perder nas entrevistas.
Dançou de forma merecida!
Agora, o cargo de técnico no Brasil é mesmo maldito. Além de Mancini, Márcio Bittencourt dançou no Náutico e Parreira deu adeus ao Flu. Tudo num dia só. A partir de agora, será assim a cada rodada do Brasileirão. O treinador que conseguir passar ileso pelo nacional sem receber o cartão vermelho será mesmo um vitorioso. Os dirigentes são imediatistas e meia dúzia de marginais das torcidas organizadas define o futuro do treinador no Brasil.
Planejamento? Conversa fiada. Um cronograma de trabalho é seguido por quatro ou cinco clubes no país, o resto é tudo na base do amadorismo. Não é à toa que o caneco do nacional tem ficado na mão de poucos times. E por coincidência, na galeria de troféu dos clubes que apostam num trabalho a longo prazo.
Que continue assim...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Quem será demitido primeiro: Mancini ou Tite?

A semana começa com uma questão, que já agita os bastidores do futebol: Quem perderá primeiro o emprego, Vagner Mancini (foto), no Santos, ou Tite, no Internacional? Bem, eu acredito que o comandante santista deverá receber cartão vermelho nas próximas horas. E merecidamente, já que demonstrou uma imaturidade sem tamanho no comando do Peixe.
Uma coisa é certa: ambos os clubes sonham com Muricy Ramalho, que disse não ao Palmeiras. Vanderlei Luxemburgo está também cotado, porém pelos lados da Vila Belmiro. Lá, Luxa é rei por tudo que fez pelo clube, além de sua amizade com o presidente Marcelo Teixeira.
É esperar, pois que teremos ao menos um treinador desempregado nas próximas horas, isso eu tenho certeza... E Muricy quer o Colorado. É apenas uma questão de tempo...

sábado, 11 de julho de 2009

Para internautas, Massa ficará mesmo com Alonso

O Blog perguntou: "Com a possível ida de Fernando Alonso para a Ferrari, qual piloto deverá dar adeus à escuderia italiana?"
Bem, pelo menos na opinião dos internautas, o brasileiro Felipe Massa seria poupado da degola. O filandês Kimi Raikkonen liderou a enquete, sendo o favorito a dançar na Ferrari. Pelo que é falado nos bastidores da Fórmula 1, isso deve mesmo acontecer.

O resultado:

Felipe Massa 13%
Kimi Raikkonen 87%

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Agora, eu pergunto: falar mais o que de Ronaldo?


Ronaldo é um fenômeno. Eleito por três vezes o melhor jogador do mundo, artilheiro da Copa de 2002, é um dos maiores jogadores da história do futebol mundial. Ele chegou ao Corinthians fora de forma, em recuperação de mais uma lesão grave no joelho e desacreditado pelo maioria. Os dias se passaram, o craque deu a volta por cima e agora encanta a Fiel.

Bem, eu pergunto: falar mais o que de Ronaldo? Ele já fez mais do que se esperava com a camisa alvinegra. Campeão Paulista e da Copa do Brasil, é o maior craque hoje no futebol brasileiro.

O que me espanta, é que ainda hoje ouço pessoas falarem de Ronaldo com raiva, desprezo, chamando-o de "gordo", de forma perjorativa, esquecendo-se de tudo que ele vem fazendo com a camisa do Corinthians e o que já fez no futebol. É lógico que esses comentários carregam muito da paixão clubística de cada um. O fato de o Fenômeno estar no Timão é um duro golpe para o rivais.

Eu classifico isso como pequeno demais. É preciso separar o amor pelo clube da análise equilibrada, sensata... Ronaldo está hoje no Corinthians. Nada mais que isso. O atacante é brasileiro acima de tudo. Sem esquecer que Ronaldo é um cara do bem, não maltrata a imprensa, pelo contrário, sempre responde as perguntas numa boa, com respeito.

O que Ronaldo fez contra o Fluminense na quinta-feira à noite, no Pacaembu, foi um show à parte. O Fenômeno marcou três gols na goleada alvinegra por 4 a 2, sendo dois belíssimos. Mesmo ainda com uns quilinhos a mais, desequilibrou mais uma vez e festejou com a Fiel. Independentemente das ofensas dos anti-corintianos, fico feliz pelo sucesso de Ronaldo no Corinthians. Um craque como ele, que passou por tantos problemas graves de contusão, está conseguindo um final de carreira merecido.

Parabéns, Ronaldo!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Para o Cruzeiro, a decisão é hoje, em La Plata

O Cruzeiro começa a decidir nesta quarta-feira à noite, contra o Estudiantes, em La Plata, na Argentina, a Libertadores da América. Eu acredito que, para o time mineiro, a decisão do título é hoje. Uma vitória ou um empate fora de casa darão imensa vantagem à Raposa. Agora, uma derrota, pelo placar que for, já complicará a vida do time brasileiro para o duelo no Mineirão.
Digo isso, pois entendo que em jogos de mata-mata, ida e volta, o primeiro duelo é que decide. É só lembrarmos das últimas decisões, como no Paulistão e na Copa do Brasil. No Estadual, o Corinthians praticamente definiu o caneco no primeiro jogo, quando venceu o Santos por 3 a 1, na Vila Belmiro. Depois, em casa, administrou a larga vantagem.
O mesmo aconteceu na Copa do Brasil. No primeiro duelo, no Pacaembu, o Timão fez 2 a 0 no Internacional e jogou tranquilo em Porto Alegre. Por isso, reitero: a decisão para o Cruzeiro é hoje. É proibido perder em La Plata!
O principal trunfo do time brasileiro, que considero uma equipe apenas regular - o que comprova o baixo nível técnico da competição continental neste ano - é o atacante Kléber (foto). Ele pode desequilibrar na decisão. No entanto, como o jogo promete ser muito pegado, o craque, que é marrento, não pode vacilar e ser expulso, pois sua ausência aqui seria muito sentida pelo Cruzeiro, seja qual for o resultado deste primeiro duelo.
Eu aposto num empate hoje, em La Plata. Na partida de volta, dará Cruzeiro. Assim espero...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Palmeiras seria uma gelada para Muricy Ramalho

Se Muricy Ramalho aceitar dirigir o Palmeiras, creio que será uma escolha equivocada do treinador. Explico: o Verdão é hoje um clube muito difícil de se trabalhar. O profissional que passa por lá, mesmo os mais badalados, não tem tempo, tampouco tranquilidade para desenvolver um trabalho. E não digo isso apenas com relação à pressão da torcida, em especial a "Turma do Amendoim", torcedor das numeradas que não deixam em paz o treinador.
As cobranças vêm de pessoas da diretoria e ligadas a ela, que transformam a vida do técnico num verdadeiro inferno. Que o diga Vanderlei Luxemburgo que, mesmo com uma história de muitos títulos no clube, não teve um dia de paz no comando do Palmeiras.
Muricy gosta de planejamento. Profissional sério, exige estrutura e pessoas competentes e principalmente fiéis ao seu lado. No Palmeiras, não encontrará isso. A parceria com a Traffic está longe de ser uma solução. O time alviverde é hoje apenas regular, além disso, diante de um mau resultado, o treinador seria chamado de são-paulino, tamanha identificação que tem com o ex-clube. A torcida do Palmeiras é impaciente, chata...
Diante disso, acredito que Muricy deveria esticar suas férias até dezembro, carregando a pilha neste período e aí sim assumir uma equipe na próxima temporada que lhe dê um pouco mais de condição para trabalhar. O Verdão de hoje é um clube em eterna efervescência. Como diz Luxa, "é complicado trabalhar no Palmeiras..."
Cai fora, Muricy!

Tricolor precisa pensar na próxima temporada

Tudo na vida respeita um ciclo. No futebol, não é diferente. Porém, o São Paulo não está respeitando isso. A demissão de Muricy Ramalho era uma realidade no Morumbi, até uma necessidade. Mas, o treinador não era o culpado pelo fraco desempenho do time na temporada. O Tricolor tem hoje um elenco que necessita de mudanças. Não entrarei no mérito da qualidade dos jogadores, pois realmente alguns são acima da média. Porém, o grupo precisa ser renovado, assim como aconteceu com o comando do time.
O São Paulo perdeu para o Coritiba no domingo, em Curitiba, pelo Brasileirão. Está a poucos pontos da zona de rebaixamento. E não por culpa de Ricardo Gomes (foto), que fez o que pôde para garantir a vitória. O time caiu mais uma vez no nacional porque não consegue jogar. Alguns atletas não rendem e precisam sair. Outros têm que ser contratados. O São Paulo precisa ser renovado.
Não adianta o presidente Juvenal Juvêncio e seus pares acreditarem que tudo irá mudar da noite para o dia. Com estrutura e trabalho, é possível caminhar rumo à vitória, mas no caso do São Paulo é necessário a troca de jogadores. O time não tem lateral-direito. Já Júnior César não consegue jogar no clube, assim como Washington, que apanha da bola. Desde que chegou, Arouca nunca foi o mesmo volante eficiente da época do Fluminense. Jorge Wagner, que um dia foi importante na bola parada, hoje é mais um no time. Miranda quer sair, mas mantém a posição de que só pensa no São Paulo, num discurso politicamente correto.
Desta forma, até os mais equilibrados, como o zagueiro André Dias, acaba se perdendo e queimando seu filme dentro do clube. Mudou-se o treinador, cumprindo uma etapa da reformulação. Agora, é preciso mexer no elenco. O Brasileirão está em xeque. O Tricolor, que sempre priorizou o planejamento, precisa pensar em 2010. Como de costume, sair na frente dos demais...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Curtinhas do Corinthians campeão no Beira-Rio

O Corinthians é campeão da Copa do Brasil. Empatou com o Internacional por 2 a 2, quarta-feira, em Porto Alegre, e levantou a taça, a terceira da competição nacional em sua história.


Abaixo, meus pitacos sobre a decisão no Beira-Rio:


  1. O Corinthians mereceu o título. No Beira-Rio, poderia até mesmo ter goleado o Inter. Foi o dono do jogo

  2. Jorge Henrique, André Santos, Elias, William, Felipe e Chicão foram os melhores, nessa ordem, na decisão

  3. O árbitro mineiro Ricardo Ribeiro deu um show de arbitragem. Eu, que tanto o critiquei, dou a mão à palmatória

  4. O Corinthians, como time, é muito melhor que o Internacional

  5. Assim como em Recife, no ano passado, na decisão contra o Sport, agora o bairrismo também se fez presente. Algo ridículo, que enoja

  6. A diretoria do Corinthians deveria mandar mais uma faixa de campeão ao diretor Fernando Carvalho, do Inter. O dirigente trapalhão só conseguiu enervar seu time com o tal do DVD e da faixa de campeão

  7. Futebol é momento. Mano Menezes é o melhor técnico do país

  8. Assim como Mano, o time é também, hoje, o melhor do Brasil. Mas, como o futebol é dinâmico, essa hegemônia pode durar uma, duas semanas, um mês...

  9. O Internacional é um clube grande, campeão do mundo, mas refém de dirigentes amadores que, acima de tudo, são torcedores de gravata. Apagar a luz do estádio durante a comemoração segue a linha do famoso "não saber perder"...

  10. O Corinthians manterá Mano, mas deverá perder ao menos dois titulares. É preciso repor com inteligência. E se Ronaldo ficar, que permaneça de forma profissional, encarando concentrações e sem regalias como foi até hoje...

Foto: Ag. Estado

Corinthians campeão: Fernando Carvalho já sabia!

O Corinthians é o campeão da Copa do Brasil. O Timão empatou com o Internacional por 2 a 2, nesta quarta-feira à noite, no Gigante da Beira-Rio, em Porto Alegre, e se sagrou tricampeão da competição. Palmas para o Alvinegro e vaias para o dirigente Fernando Carvalho (foto), do Internacional, que quis prejudicar a decisão, buscando artimanhas ridículas para pressionar a arbitragem e motivar seus jogadores e torcida. Um dirigente despreparado e que agora paga o mico de ver sua foto estampada, segurando a faixa de Corinthians tricampeão da Copa do Brasil.
O tiro saiu pela culatra...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Inter x Timão, no Beira-Rio: que o futebol vença!

Chegou o grande dia. Inter e Corinthians decidem nesta quarta-feira, no Beira-Rio, em Porto Alegre, a Copa do Brasil. Espero que o futebol seja o grande campeão após os 90 minutos de batalha ou até mesmo após as penalidades máximas. É que estou preocupado com esta partida, sobretudo por causa da ignorância das pessoas. O futebol é um esporte maravilhoso, mas que carrega consigo uma paixão que cega muitos torcedores. Sendo assim, é preciso ter cuidado para trabalhar um jogo assim, o que não houve da parte colorada.
O DVD exibido pelo dirigente Fernando Carvalho, de possíveis erros de arbitragem a favor do Corinthians, serviu apenas para jogar mais combustível na fogueira da rivalidade que envolve os clubes. O torcedor colorado irá a campo nesta noite com o sentimento de que torce para um time prejudicado pelas arbitragens. E que o Corinthians é favorecido. Para ele, será o duelo do bem contra o mal.
Por isso, qualquer erro do inexperiente juiz Ricardo Ribeiro e a tensão poderá explodir no estádio. Reitero aqui minha preocupação e minha torcida para que a partida termine bem e o futebol seja celebrado, premiando a melhor equipe.
Sobre o jogo, vejo um duelo equilibradíssimo. O Corinthians tem uma vantagem considerável por ter vencido a primeira partida por 2 a 0, no Pacaembu, e sem sofrer gols, o que tem um peso enorme na Copa do Brasil. Mas, o Inter contra-ataca com um timaço, principalmente do meio para a frente. Para mim, o Alvinegro é melhor na defesa e na cabeça de área, com Cristian e Elias, assim como nas laterais, com Alessandro e André Santos. Porém, o Colorado é superior no setor de criação, com Andrezinho e o craque D'Alessandro e no ataque, com a dupla infernal: Taison e Nilmar.
Que seja um grande jogo. Que a rivalidade fique dentro de campo e que o árbitro apenas siga as 17 regras e apite o jogo, sem afetações, sem inventar, enfim, de forma profissional. E que o torcedor saiba que vencer e perder faz parte do jogo.
Meu palpite? Dá Corinthians!